Na final da Libertadores entre Flamengo e Palmeiras, marcada para este sábado (29/11) no estádio Monumental “U”, em Lima, Bruno Henrique carrega não apenas a responsabilidade de liderar o ataque rubro-negro, mas também a chance de alcançar uma marca pessoal histórica. O atacante, que nunca marcou contra o Palmeiras em 10 confrontos, pode se juntar a ídolos como Zico e Gabigol ao balançar as redes em uma final continental pelo clube.
Com a ausência de Pedro, lesionado, e a suspensão de Gonzalo Plata, Bruno Henrique assume o protagonismo ofensivo. Desde sua chegada ao Flamengo em 2019, ele participou de três finais de Libertadores, vencendo duas, e foi peça-chave especialmente na conquista de 2019. Agora, reabilitado física e tecnicamente, o camisa 27 vive sua melhor fase desde 2021, com 15 gols em 56 partidas na temporada, e tenta repetir o brilho do seu primeiro ano no clube.
A final também marca um momento de superação para o jogador, que recentemente foi absolvido de envolvimento em um esquema de apostas. Após a suspensão temporária no primeiro semestre, Bruno Henrique retomou o bom desempenho, marcando em três dos quatro jogos seguintes ao julgamento. Com 110 gols e 58 assistências em 336 partidas pelo Flamengo, ele é um dos jogadores mais vitoriosos da história recente do clube.
Além do desejo de vingança pela derrota para o Palmeiras na final de 2021, o Flamengo busca seu quarto título da Libertadores, um feito inédito entre clubes brasileiros. A partida será transmitida por Globo, ge tv, ESPN, Disney+ e Paramount+, com arbitragem argentina liderada por Dario Herrera. Em meio a objetivos coletivos e metas individuais, Bruno Henrique tem a chance de transformar esta final em mais um capítulo memorável de sua trajetória no clube.


