O presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, desembarcou na sede da Agência de Combate a Drogas (DEA) em Nova Iorque na noite de sábado (3/11). Em imagens oficiais, o ditador surge algemado em uma cela de detenção, cercado por agentes, e chega a cumprimentar os policiais americanos com “boa noite” e “feliz ano novo”.
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O avião que transportou Maduro e sua esposa pousou no Aeroporto Internacional Stewart por volta das 18h30 (horário de Brasília). Ele desceu às 19h22 usando capuz e algemas, escoltado por agentes do FBI e da DEA. A prisão do casal ocorreu durante a madrugada em Caracas.
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John Daniel “Razin” Caine, general e chefe do Estado-Maior Conjunto dos EUA, descreveu a operação: “Foram mobilizadas mais de 150 aeronaves, entre bombardeiros, aviões de reconhecimento e helicópteros, com milhares de horas de voo. Os integrantes mais jovens tinham 20 anos, e o mais velho, 49”.
A missão incluiu sobrevoos por diversos pontos de Caracas, com relatos de bombardeios pela imprensa local. As autoridades americanas localizaram e prenderam Maduro e Cilia Flores em “questão de segundos”, conforme declarou o presidente Donald Trump. A procuradora-geral dos EUA afirma que Maduro responderá por narcotráfico e terrorismo.
Em entrevista coletiva, o presidente dos Estados Unidos declarou que um grupo americano assumirá a administração temporária da Venezuela, sem prazos definidos. A vice-presidente venezuelana, Delcy Rodríguez, exigiu a libertação de Maduro e Flores e repudiou a ideia de subordinação: “A Venezuela não será colônia nem escrava de nenhuma nação”.


