A fragmentação do público de TV cresce diante de tantas opções, como redes sociais, streaming e YouTube. Antigos sucessos, por exemplo “Os Dez Mandamentos” na Record, marcavam 28 pontos em São Paulo e 32 no Rio de Janeiro entre março de 2015 e julho de 2016. Hoje, até as séries bíblicas e turcas mal alcançam 5 ou 6 pontos, e até a dramaturgia da TV Globo, embora ainda líder, raramente chega a médias de 30 ou 40 pontos.
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A dispersão da audiência exige que as emissoras invistam no ambiente digital, criando conteúdo vertical e ampliando as pesquisas para entender o novo consumidor, que muitas vezes assiste à novela no celular ou no YouTube em vez de na TV convencional.
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Reynaldo Gianecchini, após deixar a Globo em 2021, manteve a agenda intensa longe das novelas, explorando séries, cinema e teatro, inclusive como produtor. Sua peça “Um Dia Muito Especial”, com Maria Casadevall, retorna ao Teatro Bradesco em São Paulo a partir de 10 de maio, com sessões aos fins de semana.
No setor de microdramas do Globoplay, a Globo terceiriza produções a empresas como a Formata. Plataformas de novelas verticais viraram palco importante para lançar novos talentos e dar mais visibilidade a atores, caso de Jade Picon, que após estrear em “Travessia”, amadureceu em “Tudo por Uma Segunda Chance”.
Catia Fonseca, fora da Band desde o início do ano passado, não conversou seriamente com outras emissoras, mas encontrou no digital uma fonte de trabalho e rendimento consideráveis.
Para 2026, a Globo já definiu quase tudo, mas SBT, Record e Band ainda não. E, numa polêmica curiosa, o SBT declarou ter noticiado antes a invasão dos Estados Unidos na Venezuela, mas quem reportou primeiro foi a GloboNews, enquanto cientistas suíços reforçam que o ovo surgiu antes da galinha.
No cinema, Malu Mader e Tiago Fragoso estrelam “Maldito Benefício”, produzido por Antonio Fagundes e em breve no Globoplay. Bate–Rebate: Vitória Strada volta às novelas com a Tele Tele; Letícia Colin será a mocinha da próxima novela de Walcyr Carrasco; Agatha Moreira deve ficar de fora como grande vilã; Tatá Werneck enfrentará o desafio de interpretar alguém maligno; “Ben Hur” estreia no segundo semestre na Record; e a Box Fisch, de Diego Guebel, amplia produções como “Acerte ou Caia” e “As Poderosas do Serrado”.












