A indignação de parte do público com a virada definitiva de Ellen (Camila Pitanga) em “Dona de Mim” segue intensa, mas muitos não notaram um detalhe crucial: muito antes de ela abraçar de vez o lado criminoso, Vanderson (Armando Babaioff) havia escancarado o passado sujo da personagem, sem deixar dúvida alguma.
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Em cenas quase despercebidas em junho, Vanderson afirmou que Ellen sempre buscou dinheiro fácil e conforto às custas de esquemas e golpes. Para ele, nada na vida dela vinha de trabalho honesto; ela se envolvia em trambiques, manipulava situações e não hesitava em explorar quem estivesse por perto para manter seu padrão.
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Vanderson ressaltou ainda que Ellen nunca foi a mulher frágil ou injustiçada que muitos acreditaram. Ela sabia bem onde estava se metendo, tomou decisões conscientes e construiu seu caminho mesmo que isso exigisse mentiras, enganos ou pisar em pessoas. Seu papel de “boa moça” era parte de um jogo que ela dominava.
Agora, com os desdobramentos recentes, essas falas ganham novo significado. O que alguns chamam de “mudança forçada de roteiro” confirma o que já havia sido mostrado — apenas ignorado por quem não prestou atenção.
A revelação do passado de Ellen também esclarece o desfecho envolvendo Leo (Clara Moneke) e a guarda de Sofia (Elis Cabral). Não é uma vilanização repentina, mas a conclusão lógica de uma trajetória guiada por escolhas duvidosas.
Em novela, o passado costuma emergir aos poucos. Em “Dona de Mim”, Vanderson avisou — quem não quis ouvir, agora se surpreende.












