O jornalismo das emissoras de TV costuma operar com equipes reduzidas nos períodos de Natal e Ano Novo, mas mesmo assim entregou uma cobertura excepcional dos acontecimentos do último fim de semana.
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Em um cenário em que boatos e materiais gerados por IA desafiam a credibilidade das notícias, o “Jornal Nacional”, no sábado, e o “Fantástico”, no domingo, reforçaram seu papel como principais referências para o público.
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A cobertura ágil, com apuração rigorosa e padrão técnico elevado, destacou-se pela presença de repórteres ao vivo em pontos-chave, pela contextualização precisa e por uma narrativa que auxiliou o público a entender a importância política e internacional dos fatos.
Pedro Bassan, transmitindo diretamente de Palm Beach, com a mansão Mar-a-Lago ao fundo, apresentou o simbolismo das decisões observadas globalmente, enquanto outros jornalistas se revezavam trazendo atualizações em tempo real e detalhes dos bastidores das ações diplomáticas e judiciais.
Tudo foi organizado em poucas horas, com responsabilidade e compromisso, conseguindo traduzir um noticiário complexo em uma sequência clara, didática e envolvente — sem abrir mão da checagem rigorosa, da diversidade de fontes e do dever de informar.
Em meio ao ruído informativo e à desinformação, a televisão nacional mostrou como deve ser feito o jornalismo de qualidade.
(Pedro Bassan – Imagem do JN)












