O Departamento de Estado dos Estados Unidos anunciou uma nova política que determina a revogação de vistos de artistas, cantores e influenciadores que utilizam suas plataformas para apoiar ou legitimar o regime de Nicolás Maduro, na Venezuela. A medida representa uma mudança nas diretrizes migratórias americanas e foi interpretada por analistas como um recado político firme de Washington em meio à crise venezuelana.
A política foi anunciada num contexto de intensificação das ações americanas contra Maduro, que foi preso em uma operação militar conduzida pelos EUA em Caracas na madrugada de sábado, 3 de janeiro de 2026. O venezuelano é acusado pelas autoridades americanas de narcoterrorismo, conspiração para tráfico internacional de drogas e crimes relacionados ao uso de armas automáticas.
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No Brasil, o tema ganhou destaque após artistas como José de Abreu se manifestarem publicamente nas redes sociais. O ator afirmou que solicitou o cancelamento do próprio visto americano como forma de protesto, depois da prisão de Maduro.
Luana Piovani também usou as redes sociais para comentar a operação que levou à captura de Nicolás Maduro. Na publicação, a atriz criticou a ação conduzida pelos Estados Unidos e afirmou que, apesar de não apoiar o governante venezuelano, “não se vai na casa dos outros e mata o dono da casa”.
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Autoridades em Washington afirmam que figuras públicas que promovem ou legitimam autoritarismos não devem usufruir de benefícios oferecidos pelo país, inclusive vistos de trabalho, turismo ou residência permanente. Até o momento, não há confirmação oficial dos nomes dos famosos que tenham sido diretamente afetados pela medida.


