Uma ação de grande complexidade em alto-mar gerou um novo atrito entre o governo dos Estados Unidos e o regime venezuelano. Conforme divulgado pela agência Reuters nesta quarta-feira (7/1), as forças norte-americanas afirmam ter interceptado o petroleiro Bella-1 após uma perseguição que se estendeu por mais de 15 dias no Oceano Atlântico.
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A crise teve início quando a embarcação conseguiu driblar um bloqueio naval imposto pelos EUA, criado especificamente para barrar navios cargueiros sujeitos a sanções econômicas. Fontes oficiais, em sigilo, indicam que o petroleiro ignorou as restrições e recusou ordens diretas de parada.
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Diferente das interceptações de rotina, esta operação contou com apoio direto das Forças Armadas dos EUA, em cooperação com a Guarda Costeira. O emprego de poderio militar para assegurar a custódia do navio adquire grande repercussão geopolítica após a prisão de Nicolás Maduro.
Autoridades advertem que a apreensão do Bella-1 pode agravar ainda mais as relações diplomáticas com a Rússia, aliada estratégica da Venezuela no escoamento de petróleo. A longa perseguição em águas internacionais reacende o debate sobre os limites da fiscalização de sanções e o risco de um confronto direto.


