A física teórica Sabrina Gonzalez Pasterski tem sido citada por diversos veículos internacionais como uma das pesquisadoras mais promissoras da atualidade, a ponto de ser referida como a possível “próxima Albert Einstein” em temas de física fundamental, incluindo gravidade quântica e estrutura do universo.
Natural de Chicago, nos Estados Unidos, Sabrina despertou interesse pela ciência ainda na infância. Entre os 10 e 14 anos, ela e seu pai reconstruíram uma aeronave experimental em casa, e aos 16 anos realizou seu primeiro voo solo em um avião que ajudou a construir, um feito incomum para alguém tão jovem e que chamou atenção de instituições científicas.
++ Nicolas Prattes revela detalhes do pedido de casamento a Sabrina Sato durante as Olimpíadas de Paris
Após concluir o ensino médio na Illinois Mathematics and Science Academy, Pasterski ingressou no Massachusetts Institute of Technology (MIT), onde se graduou em física com a nota máxima — 5.0 de GPA — e como uma das melhores alunas de sua turma em décadas. Sua trajetória no MIT incluiu participação em pesquisas de física de altas energias e uma atuação ativa em experimentos ligados ao Compact Muon Solenoid (CMS) do CERN.
Posteriormente, ela prosseguiu os estudos no Programa de Doutorado em Física da Universidade de Harvard, sob orientação de especialistas em gravidade quântica. Durante seu doutorado, Pasterski contribuiu para a discussão sobre o chamado “efeito de memória de spin”, um fenômeno teórico que relaciona simetrias e ondas gravitacionais, trabalho que ganhou atenção de pesquisadores da área e foi citado em publicações especializadas.
++ Lucas Borbas se pronuncia após falecimento da influenciadora Isabel Veloso
Atualmente, Sabrina atua como pesquisadora no Perimeter Institute for Theoretical Physics, no Canadá, onde fundou a Celestial Holography Initiative, um grupo que investiga se o universo pode ser descrito de forma holográfica em teorias quânticas de campos. Sua pesquisa explora como gravidade e mecânica quântica podem ser unificadas, um dos maiores desafios não resolvidos da física moderna
Apesar das comparações frequentes com nomes como Einstein ou Stephen Hawking em manchetes e perfis de divulgação científica, a própria cientista costuma preferir que seu trabalho seja avaliado pelo mérito de suas contribuições, sem rótulos. Ainda assim, seu histórico, que inclui publicação em artigos científicos, reconhecimento em listas como “30 Under 30” e convites de empresas e instituições de destaque, consolidou sua posição como uma das vozes emergentes na física.


