Pesquisadores vinculados a estudos em Harvard e à psicologia positiva têm apontado que a felicidade não é um estado abstrato nem diretamente ligada a dinheiro, fama ou sorte, mas sim a processos mentais e hábitos que moldam o cérebro ao longo do tempo. Estudos sobre bem-estar indicam que práticas cotidianas podem alterar a forma como o cérebro responde ao mundo e favorecer sentimentos positivos de forma consistente.
Uma das áreas que vem ganhando destaque na neurociência é o efeito da gratidão no cérebro humano. Pesquisas mostram que exercer regularmente a gratidão, como escrever diariamente três coisas pelas quais se é grato, pode ativar regiões cerebrais associadas à recompensa e ao bem-estar, fortalecendo conexões neurais ligadas à emoção positiva e motivação.
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Essas descobertas estão alinhadas com o que o chamado Human Flourishing Program de Harvard tenta investigar: como fatores como propósito, relações sociais e atenção plena influenciam o florescimento humano global. O programa integra dados de várias disciplinas para compreender aspectos que promovem uma vida satisfatória e emocionalmente saudável.
O que essas pesquisas reforçam é que a felicidade depende menos de circunstâncias externas e mais de como treinamos nossa mente para focar no que temos de positivo e significativo em nossas vidas. Essa mudança de foco é crucial para moldar padrões emocionais duradouros, reduzindo o estresse e promovendo calma e otimismo.
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Além disso, o estudo mais duradouro já realizado no mundo, iniciado em 1938 e associado à Universidade de Harvard, concluiu que relacionamentos significativos e o cultivo de conexões humanas estão entre os maiores preditores de bem-estar e felicidade duradouros, superando fatores como riqueza ou status.


