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Marcos Oliveira relata dificuldades no Retiro dos Artistas e fala sobre falta de sexo e convivência

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O ator Marcos Oliveira falou abertamente sobre o dia a dia no “Retiro dos Artistas” e expôs alguns desafios que enfrenta no local. Famoso por viver o Beiçola em “A Grande Família”, da Globo, ele reclamou da convivência com outros moradores e da ausência de vida sexual no abrigo. O artista se mudou para a casa doada por Marieta Severo, dentro do Retiro, no Rio de Janeiro, em abril de 2025.

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Em entrevista à Veja, Marcos Oliveira comentou sobre o desejo de manter uma vida íntima mais ativa: “A gente, mesmo sendo velho, ainda tem sexualidade. No inconsciente, à noite, surgem desejos, entende? Desejos sexuais noturnos. Mas ninguém fala sobre isso, porque acham que velho não deve sentir prazer, não deve ter mais relação”.

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Aos 63 anos, Marcos Oliveira continuou explicando que suas “necessidades” sexuais estão mais ligadas ao carinho e à intimidade. “Fica aquela coisa… Não quero que seja um sexo Cirque du Soleil, sabe? De subir e descer. Não, é uma troca de carinho, uma troca de alguma coisa, e aqui não pode ter isso”, desabafou.

Outro ponto que incomoda o ator é a convivência com os colegas no Retiro dos Artistas. Segundo ele, o comportamento de alguns vizinhos causa desconforto: “Viver aqui é ótimo, mas é preciso se adaptar. Não existe uma regra geral para convivência. Então você aguenta. Na hora do almoço, eles falam pra caralh*. Gritam, a relação deles é gritar”.

“É algo meio… Eu costumo dizer, ‘você pode sair da favela, mas a favela não sai de você’. O comportamento é muito mal-educado”, afirmou Marcos Oliveira, acrescentando: “Por isso fico quieto, vou lá, aguento numa boa, mas aqui, depois dos 70, 80 anos, não tem mais respeito, então f*da-se, deixa o pessoal falar. E eles não costumam visitar a casa uns dos outros. Preferem comentar algo durante a refeição. E só falam sobre o passado. E eu, cara, não estou no passado”.

Marcos também ressaltou a vontade de voltar a trabalhar, em vez de ficar apenas relembrando histórias antigas. “Quero conquistar minhas coisas hoje. Cada um tem sua necessidade, e a maioria deles é assim. Eu ainda sou capaz de falar, pensar, interpretar. E eles não. Estão aqui só para comer, beber e falar do passado. […] Ficam discutindo ideias antigas e eu quero discutir ideias para o futuro. Tem uns que querem isso para sempre, mas eu não quero. Não vim ao mundo para ser pedra. Quero trabalhar, quero produzir, quero ganhar meu dinheiro”, desabafou.

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