O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) confirmou, na divulgação da PNAD Contínua 2025, que as mulheres são maioria na população brasileira. O levantamento aponta uma média de 95 homens para cada 100 mulheres no país.
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A diferença entre os gêneros varia conforme a região. Estados mais urbanizados, como Rio de Janeiro e São Paulo, concentram maior número de mulheres, enquanto áreas com forte presença do agronegócio registram predominância masculina.
O desequilíbrio se acentua com o avanço da idade. No Rio de Janeiro, entre pessoas com mais de 60 anos, a proporção é de 70 homens para cada 100 mulheres. Em São Paulo, esse número chega a 76 homens para cada 100 mulheres na mesma faixa etária.
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No total, o Brasil tem cerca de 6 milhões de mulheres a mais do que homens. Segundo especialistas, o cenário está relacionado principalmente à maior mortalidade masculina ao longo da vida e à maior expectativa de vida das mulheres.
Embora nasçam mais homens do que mulheres, essa diferença se reduz ao longo dos anos. A partir da juventude, aumentam os índices de mortalidade masculina, especialmente por causas externas, como violência e acidentes. Já as mulheres apresentam maior longevidade, associada a fatores como acompanhamento de saúde mais frequente e hábitos preventivos.



