Monique Medeiros, mãe de Henry Borel, saiu do Instituto Penal Talavera Bruce, no complexo de Bangu, Zona Oeste do Rio de Janeiro, na tarde desta quinta-feira (4/6). Ela foi beneficiada com o perdão judicial concedido pela Justiça durante o julgamento da morte do filho, encerrado na madrugada desta quinta-feira após 11 dias. Monique foi sentenciada a 1 ano e 4 meses por omissão, mas como já havia cumprido 5 anos presa, período superior à pena determinada, a Justiça considerou a punição já cumprida e concedeu o perdão judicial.
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A ordem de soltura imediata de Monique foi expedida pela juíza Elizabeth Machado Louro logo após a leitura da sentença. No julgamento, os jurados do 2º Tribunal do Júri entenderam que o caso não configurava homicídio doloso, quando há intenção de matar, e decidiram enquadrar como homicídio culposo, situação em que não existe intenção de matar. Com esse entendimento, a magistrada concedeu o perdão judicial, encerrando a possibilidade de aplicação de pena por esse crime.
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Apesar disso, Monique foi considerada culpada por omissão diante das agressões e tortura sofridas por Henry. Por essa conduta, recebeu a pena de 1 ano e 4 meses de detenção, a ser cumprida em regime aberto, conforme decisão da juíza responsável pelo processo.



