A morte de Michael Jackson, em 2009, foi cercada por especulações e teorias que persistem até hoje. Nos anos que antecederam sua morte, o artista fez declarações sobre perseguição, controle da indústria musical e medo de ser eliminado, falas que continuam sendo compartilhadas nas redes sociais.
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Jackson enfrentava uma longa batalha contra a insônia e a dependência de medicamentos controlados. Documentos revelados durante um julgamento em 2005 apontaram que ele utilizava grandes quantidades de remédios para dormir e controlar a ansiedade. Anos depois, o cantor morreu após receber uma dose fatal do anestésico propofol.
Entre as declarações atribuídas ao artista, uma das mais conhecidas é a afirmação de que não temia o governo, mas sim uma elite que, segundo ele, exerceria influência sobre o mundo. “Não é o governo, é a elite”, teria dito. Em outra fala amplamente divulgada, Jackson afirmou: “Eles realmente achavam que poderiam me controlar.”
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O cantor também declarou, em diferentes momentos, que acreditava estar sendo perseguido por interesses poderosos ligados à indústria do entretenimento. “Eles querem me matar e vão dizer que eu morri por causa de uma overdose”. “Eles querem me matar por causa do meu catálogo”.
As afirmações nunca foram comprovadas e seguem sendo alvo de debates entre fãs e pesquisadores da trajetória do artista.
Outra declaração frequentemente compartilhada envolve críticas à indústria musical e ao então executivo da Sony Music, Tommy Mottola. “Tommy Mottola é um rato. Ele é muito diabólico”, afirmou Jackson durante um discurso público em 2002, quando criticou a gravadora.
Também circulam frases atribuídas ao cantor sobre manipulação social, educação e controle da informação. “A história ensinada nas escolas não passa de mentiras.” “Um dia, a verdade virá à tona”.


