
Balogun livre para as oitavas após polêmica reviravolta da FIFA (Foto: Instagram)
A decisão da FIFA de anular os efeitos do cartão vermelho de Folarin Balogun, dos Estados Unidos, durante a Copa do Mundo, gerou repercussão negativa no cenário político internacional. Glenn Micaleff, comissário da União Europeia para o Esporte, expressou críticas ao ocorrido.
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Micallef, por meio de uma publicação na rede social X, destacou que as decisões esportivas na Copa do Mundo não devem sofrer interferências de líderes políticos. Ele afirmou que cabe às entidades esportivas, e não aos políticos, definir as regras do esporte.
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O comissário se referia ao fato de Donald Trump, presidente dos Estados Unidos, ter solicitado a anulação do cartão vermelho de Balogun, e à celebração da Casa Branca pela reversão da punição.
Além disso, a opinião de Micaleff está em sintonia com a Uefa, que emitiu uma nota oficial criticando duramente a decisão, classificando-a como "inédita, incompreensível e injustificável".
ENTENDA O CASO
- Balogun foi expulso na vitória dos EUA sobre a Bósnia e Herzegovina após uma entrada dura em Tarik Muharemovic.
- Segundo o Código Disciplinar da FIFA, o cartão vermelho resultava em suspensão automática por uma partida, sem possibilidade de recurso.
- A FIFA declarou que, conforme o artigo 27 do Código Disciplinar, a suspensão foi suspensa por um ano em caráter probatório.
- Com isso, Balogun está liberado para jogar contra a Bélgica, nesta segunda-feira (6/7), às 21h (horário de Brasília), pelas oitavas de final da Copa do Mundo.


