
Taça das Bolinhas permanece sob guarda da Caixa após reconsideração da Justiça (Foto: Instagram)
O Flamengo anunciou, por meio de comunicado oficial, que a Justiça Federal de São Paulo reconsiderou, nesta segunda-feira (13/7), a decisão que determinava a entrega da "Taça das Bolinhas" ao São Paulo. A decisão foi tomada após a 12ª Vara Cível Federal de São Paulo reavaliar o caso.
++ Tecnologia de IA revela estratégia usada por criadores para crescer sem aparecer
Foi informado também que a Justiça reconheceu que a competência para decidir sobre o destino do troféu é da Justiça do Rio de Janeiro. Com isso, a Taça continua sob a guarda da Caixa Econômica Federal. O Flamengo mantém a confiança de que será reconhecido como o legítimo proprietário do troféu.
++ Lei Vini Jr. é aplicada pela primeira vez e jogador é expulso na Copa do Mundo
A Taça das Bolinhas foi criada pela CBF, em 1975, com a regra de que seria concedida ao primeiro clube a conquistar três títulos consecutivos ou cinco alternados do Campeonato Brasileiro.
A polêmica central do caso está na conquista do Campeonato Brasileiro de 1987. O título foi oficialmente reconhecido como do Sport após uma série de decisões do Supremo Tribunal Federal (STF), que se encerrou em 2024 com a rejeição do recurso da CBF.
Com a vitória deste ano, o Flamengo teria direito ao troféu após vencer em 1992. No entanto, sem esse reconhecimento, o São Paulo seria o primeiro a alcançar o pentacampeonato, vencendo em 2007.
CONFIRA A NOTA DO FLAMENGO NA ÍNTEGRA:
“O Clube de Regatas do Flamengo informa que a decisão da Justiça Federal de São Paulo que determinava a entrega da “Taça das Bolinhas” ao São Paulo Futebol Clube foi reconsiderada nesta segunda-feira (13/07), após recurso interposto pelo Flamengo.
Ao reexaminar o caso, a 12ª Vara Cível Federal de São Paulo revogou a ordem de entrega do troféu e indeferiu o pedido do São Paulo, reconhecendo que a competência para decidir sobre a destinação da Taça é da Justiça do Rio de Janeiro.
A Taça das Bolinhas permanece, portanto, sob depósito da Caixa Econômica Federal, exatamente como determinado pela Justiça fluminense. O Flamengo segue confiante no reconhecimento definitivo de seus direitos sobre o troféu.”


