O assassinato da brasileira Júlia, morta dentro do apartamento onde vivia na Flórida, nos Estados Unidos, ganhou novos desdobramentos após familiares e amigos da vítima relatarem o comportamento do principal suspeito, Willian Rosa do Amaral. Segundo pessoas próximas, ele era ciumento, controlador e não aceitava o fim do relacionamento.
De acordo com os relatos, o namoro durou cerca de três meses e terminou após constantes discussões. Amigos afirmam que Willian criticava as publicações de Júlia nas redes sociais e demonstrava comportamento possessivo, o que levou a jovem a encerrar a relação.
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A investigação também apura a hipótese de que o suspeito desejava se casar com Júlia para obter residência permanente nos Estados Unidos. Segundo informações do caso, ela possuía dupla cidadania, enquanto Willian estaria em situação migratória irregular no país.
Júlia foi encontrada morta em casa com ferimentos provocados por disparos de arma de fogo. Após ser procurado pelas autoridades americanas, Willian Rosa do Amaral se apresentou voluntariamente à polícia e gravou um vídeo comunicando amigos e familiares sobre sua decisão.
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Amigos descreveram a jovem como uma pessoa generosa e prestativa. A amiga Stefany afirmou que Júlia estava sempre disposta a ajudar quem precisava.
O Ministério das Relações Exteriores informou que acompanha o caso e presta assistência consular aos familiares da vítima.


