
Chelsea celebra o título da Champions League e encara punição inédita da FA (Foto: Instagram)
Nesta sexta-feira (31/7), a Federação Inglesa (FA) penalizou o Chelsea por violar 74 regras entre 2009 e 2022. O clube londrino está proibido de registrar novos jogadores por um ano, durante duas janelas de transferências. Além disso, foi aplicada uma multa de 10 milhões de libras, equivalente a cerca de R$ 68,2 milhões.
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De acordo com a FA, as infrações envolvem a atuação de agentes, intermediação em transferências e investimentos de terceiros em jogadores. As violações mais significativas ocorreram entre 2010 e 2016.
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Durante o período investigado pela FA, o Chelsea era dirigido pelo russo Roman Abramovich, que permaneceu no cargo por 19 anos. Em 2022, ele vendeu o clube para um consórcio liderado por Todd Boehly e pela Clearlake Capital, por 4,25 bilhões de libras, cerca de R$ 29,15 bilhões.
Inicialmente, o Chelsea havia recebido uma penalização de perda de seis pontos na Premier League. No entanto, após recurso, a punição foi alterada para a atual, mais severa.
Em nota divulgada nesta sexta-feira (31/7), o Chelsea reconheceu a decisão, mas argumentou contra a severidade da punição, destacando que colaborou com as investigações, algo confirmado pela FA.
“Em 2022, o Clube relatou voluntariamente possíveis violações históricas das regras a todos os órgãos reguladores competentes. Desde então, tem atuado de forma aberta e transparente com todos os reguladores, incluindo a divulgação voluntária e proativa de milhares de documentos”, afirmou o clube.


