O cantor Zé Vaqueiro conversou com a repórter Mônica Apor, do portal LeoDias, nos bastidores do São Julhão Festival, realizado em São Paulo, na noite deste sábado (9/8). Durante a entrevista, o artista falou sobre a expectativa para o Dia dos Pais, comemorado neste domingo (9/8), e comentou sobre a rotina intensa de shows, que continua movimentada mesmo após o período de festas juninas.
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O objetivo do cantor era ir direto do show para encontrar o filho, Daniel, de seis anos, fruto do antigo relacionamento com Ingra Soares, e passar o dia com ele: “É um amor demais. Vai ser um dia único”. Zé Vaqueiro explicou que sairia de São Paulo logo após a apresentação para seguir até Recife, onde faria outro show, mas queria reservar um tempo para estar com o filho.
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Zé Vaqueiro também é pai de Arthur, que nasceu em julho de 2023 e faleceu com apenas 11 meses, em junho de 2024. O menino foi diagnosticado com uma malformação congênita causada pela síndrome da trissomia do cromossomo 13.
A rotina intensa de shows
O cantor contou que, mesmo após os meses mais agitados para os artistas de forró, a agenda segue cheia. Somente em junho, foram 46 apresentações: “A correria foi grande nesses meses. Antes do São João, graças a Deus, já estávamos em uma correria muito grande. Mas, graças a Deus, realizamos todos os shows e entregamos todos os shows bem”, disse.
Zé Vaqueiro ainda destacou que recebeu ótimos retornos das apresentações e que julho e agosto também foram meses cheios de compromissos. Segundo ele, setembro também terá uma agenda lotada. “Eu só tenho gratidão e estou me cuidando também para poder entregar bem os shows”, afirmou.
Para dar conta dos compromissos profissionais, o cantor utiliza um jatinho próprio para facilitar a logística. A aeronave foi comprada há cerca de um ano: “Nos dá também a possibilidade de descansar um pouco, poder voltar para casa e ver a família”. Ele contou que o início da carreira era bem diferente: “No começo, muitas vezes tinha que pedir emprestado a alguém e, muitas vezes, não emprestavam. Já aconteceu, no início da carreira, de perder show porque não emprestaram o carro para ir”, relembrou.
Zé também relatou que já viajou de moto e em uma Saveiro adaptada para levar a equipe para apresentações no interior. “Eu já fiz show com uma Saveiro. Eram só dois lugares, e aí tinha, a gente fala que é uma Saveiro meio adaptada, e aí ia todo mundo apertado. Íamos para os interiores, fazíamos o show, depois voltava”.
“Acredito que a gente só é forjado, realmente, na dificuldade para poder aprender e, quando crescer, poder dar valor a tudo que passou, valorizar a história e honrar todas as conquistas”, finalizou.


