Rodrigo Santoro passou por uma situação curiosa ao ser parado por um influenciador nas ruas dos Estados Unidos e não ser identificado. Perguntado sobre sua profissão, o ator brasileiro respondeu de forma bem-humorada: “Eu finjo ser pessoas que não sou”. A conversa aconteceu com Feroz Khan, criador de conteúdo conhecido por entrevistar pessoas aleatórias nas ruas.
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Após interromper uma ligação para conversar com o influenciador, Santoro contou que era ator e mencionou alguns dos trabalhos mais conhecidos de sua carreira: “300, Westworld, Simplesmente Amor, muitos filmes brasileiros… Abril Despedaçado, Carandiru… Eu sou do Brasil!”, listou.
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Mesmo sem ter sido reconhecido de imediato, Santoro continuou conversando com Khan e falou sobre o que mais gosta em sua profissão: “Nunca é chato. Está sempre mudando, sempre desafiador. Viajar o mundo, poder ver pessoas e culturas diferentes. Acho que posso expandir minha visão e entender melhor o mundo”, afirmou.
O ator também relembrou o período em que deixou o Brasil para tentar uma carreira internacional em Hollywood, numa época anterior às redes sociais: “Quando cheguei a Hollywood vindo do Brasil, antigamente, sem redes sociais, sem internet, sem nada na época, foi muito, muito desafiador. Especialmente sendo latino em Hollywood. Significava ser estereotipado. E tem sido uma longa jornada, as coisas estão um pouco melhores”, contou.
No final da conversa, Khan pediu ao ator um conselho para quem deseja seguir a carreira artística. Santoro começou citando um ditado brasileiro: “Se conselho fosse bom a gente vendia, não dava”. Em seguida, deixou uma reflexão sobre a profissão. “Não siga essa carreira se você não a ama de verdade. É difícil, cara! Acho que a fama se tornou uma espécie de objetivo para todo mundo no planeta. E ser um artista é muito mais profundo do que apenas ser famoso”, declarou.


