Nada como uma oferta de trabalho para transformar totalmente os planos sobre o futuro profissional. Foi exatamente isso que aconteceu com Andréia Sadi, que desejava ficar distante da política, mas acabou “caindo de paraquedas” na editoria, conforme contou durante uma palestra da Marie Claire.
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A jornalista contou que pretendia seguir para uma coluna feminina na editora Abril, mas a vaga já havia sido preenchida e ela encontrou duas oportunidades no Estadão: uma na editoria de polícia e outra em política.
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“Eu queria polícia. Política era a última opção que eu escolheria, mas fui tentando, fui tentando… Eu preenchi a vaga, mas uma menina já tinha preenchido antes, então ficou para ela e eu acabei indo para política sem querer! Só que fui me apaixonando… a Renata estava fazendo a primeira cobertura do Mensalão em 2005. Eu chegava em casa e ligava a TV Câmara, minha mãe dizia: ‘Não dá!’. Eu comecei a ficar viciada naquilo, como acontece hoje, que vocês assistem à TV Justiça! Eu chegava na faculdade e perguntava: ‘Gente, vocês estão vendo a CPI tal?’. Minhas amigas respondiam: ‘Sério?! Claro que não!’”, relembrou ela com carinho.
Andréia Sadi também recordou outro momento importante do início da carreira: quando passou a aparecer em frente às câmeras, tornando-se apresentadora do “Estúdio i”, na Globonews. Ela achava que não tinha o perfil para o desafio, mas confessou que acabou gostando da experiência.
“Eu fui me apaixonando por política, aí depois de um tempo fui para Brasília e construí minha carreira. Mas sempre gostei também dessa área mais de variedades, tenho muitos amigos no meio cultural. E quando a Globonews me convidou para apresentar o ‘Estúdio I’, eu disse: ‘Eu não vou de jeito nenhum! Porque eu não sou apresentadora, não sei fazer isso, sou repórter!’. [E eles disseram:] ‘Mas você consegue’. E foi muito legal!”, concluiu.


