Atenção: o texto a seguir contém relatos sensíveis e pode provocar gatilhos relacionados à ansiedade, depressão e suicídio. Reconhecer sinais de alerta em si mesmo ou em alguém próximo pode ser fundamental. Procure apoio especializado como o CVV (Centro de Valorização da Vida) e os CAPS (Centros de Atenção Psicossocial) na sua cidade. O CVV atende 24 horas por dia, inclusive em feriados, pelo telefone 188, além de atendimento por e-mail, chat e presencialmente. São mais de 120 postos de atendimento em todo o Brasil.
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De acordo com o Diário do Nordeste, o namorado de Isabelle Caracristi e a mãe dele não estavam no prédio no momento em que a jovem faleceu. Imagens de câmeras de segurança divulgadas pelo jornal neste domingo (20/9) mostram o caminho feito pelos dois. Segundo os registros, mãe e filho teriam saído do condomínio por volta das 18h32 e só retornaram às 22h48, mais de duas horas depois do horário em que a morte da estudante teria acontecido.
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Conforme informações do veículo, o namorado de Isabelle foi visto na portaria do edifício, localizado em Aldeota, Fortaleza, por volta das 18h32. Logo depois, ele e a mãe teriam deixado o local de carro, retornando ao condomínio por volta das 22h48, cerca de duas horas após o horário estimado da queda da estudante, como mostram as imagens das câmeras.
Os equipamentos de segurança também teriam registrado a movimentação de Isabelle. Às 19h12, a jovem teria sido vista sozinha no elevador, segurando o celular. Em seguida, ela desembarcou no 23º andar, o último do prédio. Ainda de acordo com o jornal, a queda da estudante teria ocorrido pouco mais de uma hora depois, às 20h40.
Até agora, as informações não foram confirmadas oficialmente pelas autoridades. Também não está esclarecido por que o namorado e a mãe dele não teriam informado a morte de Isabelle aos familiares. Essa questão foi levantada pela mãe da estudante, Isorlanda, em um desabafo nas redes sociais que acabou viralizando e trazendo visibilidade ao caso.
Isorlanda relatou que foi até o condomínio após estranhar o fato de a filha não atender ligações nem responder mensagens. Ela também afirmou que o genro teria bloqueado seu contato. No local, a síndica teria informado que Isabelle havia falecido na noite anterior e que o corpo já havia sido retirado do prédio. O caso está sob investigação da 2ª Delegacia de Polícia Civil da Capital.


