
Lionel Messi sorri durante a preparação no Estádio Monumental de Núñez para o amistoso de despedida da seleção argentina (Foto: Instagram)
Chegou o momento da última dança. Nesta terça-feira (6/10), Lionel Messi entra em campo para um amistoso e se despede da seleção argentina. A Albiceleste enfrentará Benin às 20h (horário de Brasília), no Estádio Monumental de Nuñez, em Buenos Aires.
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Convocado para a Data Fifa, Lionel Messi chegou à Argentina na última sexta-feira (2/10) para o confronto contra Benin. Este será o último compromisso da série de amistosos. Antes disso, a Albiceleste venceu a Bolívia e Burkina Faso em jogos anteriores.
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No entanto, Lionel Messi não participou dos jogos contra os outros adversários, estando disponível apenas para o duelo contra Benin.
Para a despedida do craque da camisa 10, os torcedores compraram todos os ingressos em 90 minutos. As entradas variavam de 90 mil a 480 mil pesos argentinos (aproximadamente R$ 308 a R$ 1.674). Com capacidade total de 85 mil pessoas, o estádio estará completamente cheio para o evento.
Além disso, a Associação de Futebol da Argentina (AFA) organizou uma Fan Fest para os torcedores que não conseguiram ingressos para o grande jogo.
Lionel Messi anunciou, no dia 31 de agosto, que não jogaria mais pela seleção argentina. Em uma publicação nas redes sociais, o craque mencionou que a decisão foi difícil, mas que era hora de encerrar sua trajetória com a equipe nacional. O eterno camisa 10 da Albiceleste revelou que a decisão foi tomada dois dias após a derrota na final da Copa do Mundo de 2026.
“Foi uma decisão que doeu e dói na alma, mas entendo que chegou o momento. Amo, amei e amarei sempre estar na Seleção. Eu me esvaziei, já não tenho mais para dar, e, além disso, vêm garotos muito bons atrás que merecem estar”, escreveu o craque argentino.
Messi redigiu a carta em 21 de julho, dois dias após a final da Copa do Mundo de 2026. Segundo ele, o falecimento de seu pai reforçou a decisão de encerrar o ciclo na Albiceleste.
Na Copa de 2026, Messi participou de seu sexto Mundial, alcançando 21 gols na competição, tornando-se o segundo maior artilheiro da história das Copas. O atacante encerrou o torneio com oito gols e quatro assistências.


