A tripulação do avião de pequeno porte que caiu em um bairro residencial da Flórida, nos EUA, neste domingo (1º/10), declarou emergência antes de atingir o solo. No áudio divulgado por veículos norte-americanos, a piloto da aeronave relatou condições adversas durante a conversa com os controladores de tráfego aéreo. Nove pessoas morreram no acidente.
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Ela informou sobre a perda de altitude: “Estamos entrando em uma condição de perda de controle da aeronave, estamos descendo a 20 mil pés por minuto”. Essa velocidade equivale a 365km/h. Durante a atualização, a profissional também utilizou a palavra “mayday”, que indica um risco iminente de morte ou perda da aeronave, tornando a comunicação prioridade máxima em todas as frequências e torres de controle.
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Ainda segundo a pilota, a aeronave estava com inclinação de 60º para baixo: “Vamos bater no chão”. Ela grita e alerta o colega: “Olhe lá fora, Jack. Olhe lá fora! Put* merd*, nós estamos sem tempo”. Após isso, a comunicação foi interrompida e a tripulação não respondeu mais aos chamados do controle de tráfego aéreo.
Um vídeo que circula nas redes sociais mostra o avião caindo quase em posição vertical e se chocando com o solo em alta velocidade. O impacto provocou uma grande bola de fogo e abriu uma cratera em uma rodovia do bairro de Palm Beach, na Flórida. A queda aconteceu perto da residência de férias do presidente dos EUA, Donald Trump.
O avião, um Learjet 60, havia partido de Austin, Texas, com destino às Bahamas. O acidente ocorreu às 12h50, cerca de 2 horas após a decolagem. Todas as nove pessoas a bordo morreram. “Isto obviamente é um acidente aéreo cataclísmico. Parecia um míssil caindo”, lamentou o governador da Flórida, Ron DeSantis.
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