Durante sua participação na varanda do “BBB26”, ao lado de Babu Santana e Aline Campos, a atriz Solange Couto surpreendeu o público com um relato sobre um dos episódios mais difíceis de sua trajetória. Em meio à conversa, ela confidenciou que, apesar de jamais ter citado nomes no momento, sentiu-se financeiramente do “céu ao inferno” após supostamente ser vítima de um golpe aplicado por um amigo de longa data e grande notoriedade. Solange, com mais de três décadas de carreira e conhecida por diversos trabalhos na televisão brasileira, mostrou-se emocionada ao relembrar a turbulência que abalou suas finanças pessoais.
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A artista detalhou que o prejuízo chegou a tal dimensão que ela se viu obrigada a colocar à venda a mansão carioca onde vivia. A residência, mencionada por Solange como um imóvel de destaque, contava com piscina e quatro dormitórios, e ficava localizada em área nobre do Rio de Janeiro. A decisão pela venda surgiu após o acúmulo de dívidas, que se intensificaram de forma abrupta, exigindo uma solução imediata para honrar os compromissos financeiros em um momento de crise profunda.
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Emocionada, Solange relatou: “Num dia eu tinha dois carros na garagem, no outro não tinha dinheiro para comprar um macarrão instantâneo”. Ela recordou ainda que, em uma entrevista realizada em setembro de 2023, revelou a identidade do amigo em questão: tratava-se de Jorge Lafond (1952–2003), artista lembrado pelo público por dar vida ao personagem Vera Verão. Na ocasião, Solange abordou pela primeira vez o episódio, explicando que confiava plenamente em Lafond, o que acabou reforçando o golpe.
Na entrevista anterior, a atriz comentou que a amizade com Jorge Lafond envolvia a troca de confidências e até de recursos financeiros. Solange contou que havia guardado uma quantia significativa junto ao pai com o propósito de bancar a montagem de uma peça de teatro, e que Lafond teria apresentado uma suposta especialista em finanças para gerenciar esse montante. A promessa de rendimento seguro e crescimento do investimento foi o fator decisivo para que ela liberasse o valor.
Contudo, o desfecho foi o contrário do esperado: o montante desapareceu e, com ele, todo o patrimônio que ela havia acumulado ao longo dos anos. “Não é mais uma pedra no sapato, mas ficou engasgado”, admitiu Solange, lamentando a quebra de confiança de alguém com quem dividia risadas e projetos. A perda total dos bens não só prejudicou seu orçamento, mas também a abalou emocionalmente, pois o golpe partiu de um laço de amizade que ela prezava.
Esse caso exemplifica como, mesmo pessoas públicas e acostumadas a lidar com recursos elevados, podem ser surpreendidas por fraudes financeiras – especialmente quando a indicação vem de indivíduos de confiança. Golpes desse tipo costumam explorar laços pessoais e promessas de ganhos fáceis, o que reforça a necessidade de checar a idoneidade de profissionais e manter uma gestão cuidadosa dos próprios investimentos.


