A madrinha de Bruninho, filho de Eliza Samúdio, manteve uma conversa telefônica com o ex-goleiro Bruno para acertar detalhes do primeiro encontro entre pai e filho, marcado para o dia 13 de janeiro. Durante a ligação, Maria do Carmo ressaltou a importância do cumprimento da data acordada e assegurou que, ao contrário de boatos, não haveria qualquer tipo de agressão. Ela chegou a mencionar o episódio envolvendo Elize Matsunaga, enfatizando que ninguém seria mutilado ou submetido a riscos de violência, mas sim que haveria cobranças razoáveis. A preocupação central da madrinha era evitar que o reencontro fosse desmarcado e acabasse gerando frustração no garoto.
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O portal LeoDias, que teve acesso exclusivo à gravação da chamada, informa que Maria do Carmo repetiu diversas vezes ao ex-atleta que não cumprisse nenhuma outra agenda que o fizesse desistir do encontro. Ela lembrou que o propósito principal era o fortalecimento dos laços entre pai e filho e que todas as conversas seriam mantidas em sigilo. A madrinha reforçou que qualquer acordo seria cumprido sem incidentes, buscando preservar o bem-estar do menino e evitar repercussões negativas na mídia.
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Em determinado momento da ligação, Maria revelou: “Não haverá agressões, talvez haverá cobrança. Mas eu te garanto que não haverá agressões. A gente também não vai fazer que nem a Elize Matsunaga, ninguém vai te picotar e depois sair com a mala, não se preocupe, né, porque tem entrada e vai ter saída, então não dá pra fazer isso, entendeu? Então eu posso, você não vai dar mais essa decepção, eu posso confirmar que no dia 13 você estará em Copacabana?”. Esse trecho deixa evidente tanto a preocupação em transmitir segurança quanto a referência ao caso de Elize Matsunaga, notório por ter sido condenada por homicídio seguido de desmembramento do corpo do marido.
O caso de Elize Matsunaga, citado pela madrinha, ganhou repercussão nacional após apuração que comprovou a violência extrema empregada contra a vítima. Embora não haja qualquer relação direta com a família de Bruninho, a menção serviu para enfatizar que não existiria qualquer ação hostil por parte de Bruno no encontro. Este tipo de comparação costuma ser evitado em conversas comuns, mas Maria do Carmo optou por usá-la precisamente para afastar medos e boatos de violência.
Maria do Carmo atua como madrinha de Bruninho desde o nascimento do menino, acompanhando de perto o desenvolvimento dele e zelando por seu bem-estar. Em situações anteriores, ela havia intermediado trocas de mensagens e áudios entre o pai e o filho, buscando amenizar as distâncias impostas por questões judiciais e emocionais. A ligação em questão durou aproximadamente dez minutos, período em que a madrinha tentou firmar um compromisso sólido e discreto.
Ao final do telefonema, o ex-goleiro confirmou sua presença e chegou a dar risada ao ouvir a comparação sobre Elize Matsunaga. Bruno deu a sua “palavra de homem” de que estaria em Copacabana na data combinada e pediu que a confidencialidade fosse mantida, para evitar que o encontro tivesse divulgação antecipada na imprensa. Esse clima de sigilo visa preservar o momento, garantindo privacidade ao menino e promovendo uma aproximação familiar sem interferências externas.


