Uma onda de publicações nas redes sociais passou a apontar a apresentadora Ellen DeGeneres como supostamente ligada a práticas de c4ni b4lis m0 após usuários afirmarem que o nome dela apareceria em arquivos do caso Jeffrey Epstein, divulgados pela Justiça dos Estados Unidos. As postagens circularam nos últimos dias e mencionam, sem apresentar evidências, que a artista teria relação com conteúdos atribuídos ao escândalo.
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As mensagens que ganharam repercussão digital afirmam que DeGeneres seria uma “c4ni b4l mais prolífica de Hollywood” e sustentam que ela teria sido responsável por introduzir práticas de canibalismo no círculo social associado a Epstein. Parte das versões também sugere que existiriam provas dentro de mais de três mil documentos do processo judicial envolvendo o financista.
Apesar da viralização, as publicações não apresentaram registros que comprovem as alegações. Veículos da imprensa norte-americana que analisaram o material divulgado pela Justiça informaram que não há menção a práticas de c4ni b4lis m0 relacionadas à apresentadora nos documentos tornados públicos.
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A agência de checagem PolitiFact rastreou a origem das acusações e apontou que a narrativa foi impulsionada por conteúdo publicado pelo site The People’s Voice. Segundo a verificação, a reportagem citava um áudio enviado por um suposto denunciante, posteriormente identificado como material produzido por inteligência artificial.
Os arquivos do caso Epstein divulgados pelas autoridades incluem e-mails, fotografias, vídeos e registros diversos relacionados às investigações. O nome de Ellen DeGeneres aparece em parte do material, mas vinculado a correspondências de terceiros e a resumos de mídia, sem indicação de participação em crimes ou nas alegações difundidas nas redes.


