Luís Ricardo estreou como apresentador de “Viva a Noite” no SBT em março, marcando o início de sua primeira atração própria após mais de quatro décadas de carreira. Em entrevista ao programa Flávio Ricco, o apresentador manifestou gratidão pela oportunidade e ressaltou o significado desse momento em sua trajetória na televisão brasileira.
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Durante o bate-papo com Flávio Ricco, Luís Ricardo abordou as inevitáveis comparações com Gugu Liberato, que comandou o “Viva a Noite” em formatos de grande sucesso no passado. Ele afirmou que assumiu o desafio respeitando a essência deixada por Gugu Liberato, mas sem abrir mão de imprimir seu estilo pessoal à apresentação.
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O formato de “Viva a Noite” mistura entrevistas, música ao vivo, brincadeiras interativas e quadros de humor, e foi criado originalmente por Silvio Santos em 1982 para ocupar as madrugadas do canal. A atração ganhou notoriedade na década de 1990 sob o comando de Gugu Liberato, que consolidou a identidade do programa e conquistou elevadas audiências. Ao assumir, Luís Ricardo procurou manter a dinâmica tradicional, mas insere novos quadros para aproximar o público jovem e diversificar o conteúdo.
Em vários momentos da conversa, o apresentador lembrou que seu percurso na televisão começou em meados da década de 1980, quando participou de produções de humor e se destacou em papeis cômicos. Após cumprir funções como ator, repórter e comentarista em diferentes programas, sempre no SBT, ele explicou que esperou pacientemente por esta chance de ser o principal nome do próprio show.
Para ilustrar sua longa espera, Luís Ricardo recorriu a uma expressão bíblica. “Eu falo uma frase, mas pelo amor de Deus, não estou comparando: Moisés levou 40 anos para achar a terra prometida e eu levei 45 para ter um programa”, declarou, arrancando risadas e aplausos da plateia. A analogia reforça o sentimento de missão cumprida e o sentido de gratificação profissional.
Ao encerrar a entrevista, Luís Ricardo garantiu que não pretende relaxar com as demandas do novo posto: “Eu disse: ‘Não é agora que vou afrouxar’. É para fazer? Vamos fazer! Microfone na mão, porque os dois diretores me deram total liberdade, mas no formato do ‘Viva a Noite’. Eu não neguei nada”, afirmou, deixando claro o compromisso com a qualidade do programa e a confiança recebida da direção do SBT.



