Marina Sena se envolveu em uma discussão nas redes sociais após comentários sobre sua sensualidade ganharem destaque nesta semana. A troca de mensagens começou quando um internauta discordou de uma fala da cantora no podcast da deputada federal Erika Hilton (PSOL/SP), o “A Erika Pod”.
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Durante a entrevista, Marina afirmou acreditar que sensualidade não depende de esforço ou de uma construção estética, mas sim de algo natural da personalidade. Segundo ela, essa característica surge espontaneamente quando a pessoa está confortável com quem é.
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A declaração, no entanto, gerou debates nas redes sociais. Um fã argumentou que a imagem sensual de Marina Sena teria sido criada a partir de elementos considerados “hiperfemininos”, como cabelos longos e roupas curtas, defendendo que a sensualidade seria fruto de uma construção social.
A artista respondeu diretamente ao comentário, criticando o que chamou de excesso de “performance” na internet. Marina afirmou que a sensualidade se manifesta de formas diferentes na vida real e sugeriu que o internauta estava com uma visão superficial sobre o tema. “Sai da internet um pouco, tá consumindo muita performance. Se você for para a vida real, você vai ver que sensualidade é múltipla. Mas aí vai ter que viver a vida mesmo, hein! Beijos”, escreveu.
A discussão prosseguiu quando o usuário afirmou estudar a relação entre sensualidade, sexualidade e grupos marginalizados. Admiradores de Marina também começaram a comentar sobre o assunto, ampliando o debate nas redes sociais. “Sim, minha rainha! Te amo, tô fazendo um artigo que valida a construção da sensualidade e sexualidade associado a povos marginalizados – espero que um dia você possa ler”, comentou o seguidor.
Na sequência, Marina parabenizou o internauta e aprofundou seu ponto de vista, dizendo que nenhuma performance se sustenta sem autenticidade. Para ela, aparência, estilo e direção visual podem contribuir para a construção de uma imagem, mas não são suficientes se não houver confiança e verdade pessoal por trás.
A cantora ainda afirmou que as pessoas transmitem aquilo que carregam por dentro e declarou acreditar que autoestima e segurança pessoal têm mais peso do que a validação externa. Segundo Marina, as pessoas não deveriam depender da aprovação dos outros para se sentirem sensuais ou bem consigo mesmas.



