O Botafogo sofreu mais um revés em sua situação financeira nos bastidores. Na noite desta quarta-feira (27/5), a FIFA impôs ao clube carioca o quarto transfer ban, mantendo o Botafogo impedido de registrar novos jogadores. Desta vez, a punição está relacionada a uma dívida com o Zenit Saint Petersburg pela contratação do atacante Artur, que atualmente está emprestado ao São Paulo.
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A nova penalidade impede o Botafogo de inscrever atletas por três janelas de transferências. Em março, a Fifa já havia determinado que o clube quitasse os valores pendentes da negociação com os russos. O débito envolve três parcelas de 1,9 milhão de euros cada, totalizando 5,7 milhões de euros (aproximadamente R$ 34,1 milhões).
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Sequência de punições aumenta pressão
O quadro amplia uma sequência preocupante de punições aplicadas ao clube nos últimos meses. O transfer ban anterior havia sido imposto por tempo indeterminado no caso envolvendo Thiago Almada. Apesar de uma renegociação com o Atlanta United, o Botafogo deixou de pagar a segunda parcela do acordo, o que agravou a sanção.
Antes disso, o clube já havia sido punido em 20 de abril devido a dívidas com o PFC Ludogorets Razgrad pela contratação de Rwan Cruz. O atacante desembarcou no futebol brasileiro em uma negociação de 8 milhões de euros, valor equivalente a cerca de R$ 48,3 milhões na cotação daquele período.
No dia 7 de maio, mais um processo agravou a lista de problemas financeiros do Botafogo. A Fifa aplicou uma nova punição por conta da dívida com o New York City referente à contratação de Santi Rodríguez. O clube não pagou parcelas previstas no acordo de 5 milhões de dólares, montante que estava em torno de R$ 85 milhões na época da negociação.
Com quatro transfer bans vigentes, o Botafogo permanece sem poder registrar reforços enquanto tenta administrar uma série de dívidas milionárias no mercado internacional.



