Gabriela Knopf, ex-esposa do ex-jogador Djalminha – nome de destaque do futebol brasileiro nos anos 90 –, foi apontada como possível líder de uma organização criminosa envolvida na venda ilegal de canetas emagrecedoras no Rio de Janeiro. Conforme informações da Polícia Civil, que conduz as investigações, ela seria responsável por intermediar o contato entre fornecedores dos medicamentos, médicos e pacientes.
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A Polícia Civil do Rio de Janeiro chegou até Gabriela após a prisão da maquiadora Cinthia Silva, ocorrida na última terça-feira (26/5), no bairro Recreio dos Bandeirantes, Zona Oeste da capital. Cinthia foi encontrada em um apartamento onde mantinha medicamentos em casa e ficou conhecida por ter trabalhado com Gracyanne Barbosa, Xande de Pilares e outros famosos.
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De acordo com a investigação, Gabriela Knopf seria a líder da quadrilha e um dos principais nomes da organização criminosa. Segundo a polícia, ela exercia a função de ligação entre os fornecedores das canetas emagrecedoras, médicos e pacientes.
Também é importante ressaltar que o trabalho das autoridades começou em maio do ano passado, após uma denúncia encaminhada à Delegacia do Consumidor (Decon). Os produtos eram comercializados fora de farmácias e drogarias autorizadas, em desacordo com as normas da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), e tinham origem desconhecida.
Gabriela e o comentarista Djalminha, ex-jogador da Seleção Brasileira, tiveram um relacionamento e são pais de João Pedro, de 9 anos, que também atua como jogador de base do Boa Vista (RJ). O ex-atleta teve passagens por clubes como Palmeiras, Flamengo e Guarani.
A ex-mulher de Djalminha não foi presa, mas está sujeita a diversas medidas cautelares: está proibida de sair do país, precisou entregar seu passaporte e deve comparecer regularmente à Justiça. Além disso, outros 29 mandados de busca e apreensão foram expedidos pela Justiça na terceira fase da Operação Mounjaro.



