Após receber perdão judicial no caso da morte do filho, Henry Borel, de 4 anos, Monique Medeiros analisa adotar medidas judiciais contra a Prefeitura do Rio de Janeiro devido à sua saída do quadro de servidores municipais. A informação foi publicada pelo colunista Ancelmo Gois, do jornal O Globo.
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Monique foi exonerada do cargo de professora da rede municipal em março deste ano. Mesmo após a decisão judicial favorável, a administração municipal manteve a decisão de desligamento. Recentemente, o prefeito Eduardo Cavaliere afirmou novamente que a exoneração não será revertida.
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Segundo Hugo Novais, advogado de Monique, a defesa avalia pedir uma indenização pelos prejuízos causados pela demissão. Entre as alternativas está também a tentativa de reintegrá-la ao serviço público, para que ela retorne às atividades na rede municipal de ensino.
Esta não é a primeira disputa judicial entre a ex-professora e a Prefeitura. Em 2025, Monique perdeu uma ação na Justiça contra o ex-secretário municipal de Educação, Renan Ferreirinha. Na época, ela pedia uma indenização de R$ 100 mil, alegando que havia sido transferida para uma função administrativa para ficar “longe das escolas”.


