A ausência de Endrick na estreia da Seleção Brasileira na Copa do Mundo voltou a gerar debates entre torcedores e especialistas. Durante o empate por 1 a 1 com o Marrocos, o atacante de 19 anos permaneceu no banco de reservas durante toda a partida, decisão que reacendeu questionamentos sobre o espaço que recebe sob o comando de Carlo Ancelotti.
Segundo informações de O Globo, a avaliação do treinador italiano sobre o jovem atacante segue a mesma dos tempos de Real Madrid: embora reconheça o potencial de Endrick, Ancelotti adota uma postura cautelosa em relação ao seu desenvolvimento.
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Ao longo da carreira, o técnico costuma valorizar critérios como leitura tática, participação coletiva, comportamento sem a bola e regularidade de desempenho. Esses aspectos frequentemente pesam mais em suas decisões do que apenas o talento individual ou a capacidade de decidir partidas.
Por isso, mesmo sendo considerado uma das principais promessas do futebol brasileiro, Endrick ainda não ocupa, na visão do treinador, uma posição de protagonismo dentro da equipe.
A estreia contra o Marrocos reforçou essa percepção. Ancelotti optou por iniciar a partida com Igor Thiago no comando do ataque e não utilizou Endrick em nenhum momento do confronto.
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Após o jogo, o treinador foi questionado sobre a ausência do atacante, mas evitou comentar especificamente a decisão.
Embora nunca tenha feito críticas públicas ao jogador e costume destacar suas qualidades, Ancelotti demonstra entender que o processo de evolução do atacante ainda está em andamento.
Na prática, a avaliação interna é de que Endrick possui potencial para ser decisivo, mas ainda passa por uma fase de amadurecimento antes de assumir um papel mais central na Seleção Brasileira.


