Após representar o Brasil em um festival internacional de teatro em Luanda, Angola, Olívia Araújo está de volta ao país em uma das fases mais intensas de sua carreira. Fora das novelas desde “Fuzuê”, a atriz retoma as apresentações do espetáculo “Negra Palavra – Poesia do Samba”, que faz parte da segunda edição do Festival de Teatro do Rio e será apresentado no próximo dia 1º de agosto.
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A temporada em Angola foi marcada por duas apresentações e por uma rica troca cultural. Conforme relata Olívia, o público angolano demonstrou grande carinho pelo Brasil, especialmente pela música e pelas novelas, reforçando o desejo de estreitar os laços artísticos entre os dois países.
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“Foi uma vivência muito rica. Além de conhecer artistas e grupos de teatro de lá, pude compartilhar um pouco da nossa realidade, como as leis de incentivo e os editais culturais. Essa troca fortalece a parceria entre nossas artes e levar meu trabalho para outras culturas foi um marco na minha trajetória”, afirma.
De volta aos palcos brasileiros, Olívia comemora a circulação de “Negra Palavra – Poesia do Samba”, espetáculo que estreou no CCBB no ano passado e agora integra o Festival de Teatro do Rio.
“É uma felicidade enorme. Essa peça tem percorrido um caminho muito bonito e chegar ao festival após a experiência em Angola torna tudo ainda mais especial. É uma maneira de colocar em destaque a força, a ancestralidade e a poesia popular do samba”, diz.
Além do teatro, Olívia também vive um momento de destaque no audiovisual. Após estrear nos cinemas com “Quinze Dias”, ela acaba de finalizar as gravações de um novo filme do Globoplay, que marcará a estreia de Anitta como protagonista no cinema. A data de lançamento ainda não foi anunciada.
Animada com a sequência de projetos, a atriz diz que vive uma fase de realização profissional: “Estou realizando o sonho de todo ator. Quero continuar fazendo teatro, criando projetos e interpretando personagens diferentes no cinema e na televisão. É um momento muito feliz da minha carreira”.
Reconhecida por interpretar personagens ligados a temas como identidade, memória e ancestralidade, Olívia acredita que essa característica também está presente em suas escolhas profissionais. “Existe um olhar meu na hora de escolher os trabalhos. As oportunidades acabam indo naturalmente para esse caminho e isso faz muito sentido para mim”, conclui.


