A Polícia Federal está de posse, há meses, de mensagens atribuídas a Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, filho do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), que, segundo o portal Poder360, tratam de movimentação de recursos e da possibilidade de manter dinheiro fora do alcance da Receita Federal. As conversas fazem parte do material reunido durante a Operação Sem Desconto, que investiga suspeitas de fraudes bilionárias no Instituto Nacional do Seguro Social (INSS).
++ Greval revela elenco para a Série B do Candangão com reforços
De acordo com a reportagem, as mensagens foram trocadas entre Lulinha e a empresária Roberta Luchsinger, apontada nas investigações como lobista. Segundo o portal, os dois mantinham contato frequente e demonstravam familiaridade com negociações envolvendo o INSS e outras empresas. Em uma das conversas, Roberta pergunta se deveria prosseguir com determinada operação e recebe a resposta de Lulinha: “Pode fechar”.
Ainda segundo o Poder360, o conteúdo das mensagens indica que os dois discutiram locais considerados seguros para receber e manter recursos fora do radar da Receita Federal. Luxemburgo, conhecido por seu sistema financeiro internacional, teria sido citado por Roberta como uma opção para esse fim.
++ Árbitro hesita e Atlético-MG marca gol decisivo contra Juventude na Copa do Brasil
A reportagem afirma que esse material já estava em poder da Polícia Federal antes das fases mais recentes da Operação Sem Desconto, que apura um esquema de fraudes e desvios em aposentadorias e pensões do INSS. Também são mencionados indícios de possíveis irregularidades envolvendo os Correios e a Dataprev, que fazem parte do conjunto de informações analisadas pelos investigadores.


