Enrique Diaz e Larissa Bocchino vão interpretar um dos casais mais turbulentos de “Paraíso Perdido”, próxima novela original do Globoplay. Livremente baseada na obra de Nelson Rodrigues, a trama escrita por George Moura e Sergio Goldenberg traz os atores nos papéis de Olegário e Ritinha, personagens envolvidos em uma relação marcada por ciúmes, controle, chantagem e violência psicológica.
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O novo personagem representa uma grande mudança para Enrique Diaz. Após viver o pastor Albérico em “Três Graças”, o ator agora dará vida a um homem possessivo que faz de tudo para manter a esposa sob seu domínio.
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Olegário, de 58 anos, é cadeirante e mora com Ritinha e a sogra, Vânia (Docy Moreira), no tradicional Edifício Quinta do Leme, localizado na Zona Sul do Rio de Janeiro. Extremamente ciumento, ele desconfia constantemente da esposa e chega a considerar que apenas desejar ou pensar em outro homem já seria uma forma de traição.
No entanto, o que realmente mantém Ritinha presa ao casamento é uma chantagem. Cerca de dez anos atrás, Vânia roubou dinheiro do caixa de um mercado de Olegário. Ele possui imagens que comprovam o crime e ameaça entregar a sogra à polícia caso Ritinha tente enfrentá-lo ou deixá-lo. No primeiro capítulo, a opressão chega a tal ponto que a jovem chega a imaginar que esfaqueia o marido.
Larissa Bocchino, por sua vez, retorna às novelas após “Guerreiros do Sol”. Em “Paraíso Perdido”, ela interpretará uma personagem que esconde do marido uma vida completamente diferente daquela que leva dentro de casa.
Em segredo, Ritinha trabalha como Suzana Flag, uma camgirl bastante conhecida em uma plataforma de shows privados. Para proteger sua identidade, ela utiliza uma máscara durante as apresentações. O trabalho oculto também representa uma esperança de liberdade: Ritinha pretende conquistar independência financeira e fugir da vida que leva com Olegário.
Criada e roteirizada por George Moura e Sergio Goldenberg, “Paraíso Perdido” conta ainda com Claudia Tajes, Claudia Gomes e Celso Taddei na equipe de texto, direção artística de Joana Jabace e direção de gênero de José Luiz Villamarim.


