O Botafogo tem movimentado o mercado de transferências para 2026 visando a reorganização financeira da SAF, mas sem abrir mão das metas esportivas definidas nos últimos anos.
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A venda de Marlon Freitas ao Palmeiras por cerca de R$ 34 milhões foi o primeiro passo desse processo. Jogadores como Savarino, David Ricardo, Artur e Arthur Cabral também estão na mira de clubes interessados, em busca de recursos para equilibrar as contas alvinegras.
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O clube cumpre um transfer ban da Fifa por uma dívida de R$ 115 milhões com o Atlanta United pela contratação de Thiago Almada e enfrenta obrigações de curto prazo estimadas em R$ 700 milhões. Embora espere repasses da Eagle Holding, do Lyon e de parcelas de vendas recentes, a diretoria reconhece a necessidade de novas transferências para manter o fluxo de caixa.
Para conter custos, o Botafogo busca reduzir a folha salarial. A saída de Savarino é vista como alternativa, e Marlon Freitas optou pelo Palmeiras atraído por um salário maior, decisão que foi chamada nos bastidores de “escolha de vida” pelo impacto financeiro para ele e sua família.
Apesar dos ajustes orçamentários, a cúpula da SAF garante que a ambição de disputar títulos permanece. O elenco comandado por Martín Anselmi é considerado “muito bom” e capaz de brigar com os principais concorrentes do país, mantendo viva a mentalidade vencedora.
Nos planos para reforços, o clube foca em contratações cirúrgicas: um zagueiro pelo lado direito, volantes com perfis defensivo e ofensivo, e até um goleiro em potencial, Andrew, que pode chegar por pré-contrato. Entre a reestruturação financeira e o compromisso competitivo, o Botafogo busca balancear prudência econômica e ambição esportiva em 2026.


