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Dr. Bruno Bereza descreve os momentos finais de Isabel Veloso antes de seu falecimento

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O oncologista Bruno Bereza compartilhou em vídeo os instantes que antecederam o falecimento da influenciadora Isabel Veloso. A jovem, de apenas 19 anos, lutava contra um linfoma de Hodgkin — forma de câncer que afeta o sistema linfático — e veio a óbito em 10 de janeiro devido a complicações da doença. Segundo o médico, Isabel chegou a demonstrar receio acerca do transplante de medula óssea, procedimento frequentemente indicado para pacientes com esse tipo de neoplasia e que envolve a substituição de células-tronco doentes por células saudáveis.

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Na véspera da cirurgia em Curitiba, Bereza reuniu-se com Isabel e o marido dela, Lucas Borbas, para alinhar expectativas e esclarecer dúvidas. Ele explicou todo o fluxo do transplante de medula óssea, desde a coleta das células-tronco até o período de isolamento pós-procedimento, vital para evitar infecções. “Naquele dia, nos sentamos, dissemos o que esperar. A Isabel estava com bastante medo, e eu prometi acompanhá-la e dar todo o suporte possível”, contou o especialista. O transplante, embora seja uma terapia de potencial cura, carrega riscos de rejeição, infecções e falência de órgãos, exigindo cuidados intensivos.

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Apesar do temor, a influenciadora mantinha firme a fé e um desejo intenso de sobreviver. “Ela rezava sempre. Era inspirador: um espírito combativo, um humor leve. Aquilo a ajudava a aguentar as adversidades”, afirmou Bereza. Após receber alta, Isabel sofreu uma parada respiratória em casa, o que resultou em intubação e transferência imediata para a UTI. A entubação, procedimento em que um tubo é inserido na traqueia para garantir a ventilação mecânica, é muitas vezes necessária quando a respiração espontânea não é suficiente.

O oncologista lembrou que os dias seguintes foram marcados por oscilações no estado clínico da paciente. “No sábado, dia 3, ela teve um quadro muito grave, não sabíamos se teria minutos ou horas de vida. Mas, no domingo, seu organismo reagiu de forma surpreendente, com melhora significativa em marcadores de função renal e hepática”, relatou ele. Na prática clínica, após o transplante, a recuperação dos rins e do fígado é um indicador importante de suporte circulatório e ausência de complicações como síndrome de enxerto contra hospedeiro.

Em seu retorno à UTI, o doutor encontrou Isabel ainda sob sedação profunda, mas com aparência serena. “Imaginei algo irreconhecível, mas ela estava calma, com expressão de paz — nada transmitia sofrimento”, recordou Bereza. A sedação, comum em pacientes entubados, visa diminuir o desconforto e a ansiedade, mantendo parâmetros respiratórios estáveis durante a ventilação artificial.

Pouco depois, o médico foi avisado de que o quadro havia se agravado. “Quando voltei para conversar com o Lucas e com o pai dela, Joelson, disse: ‘Preparem-se, não é uma boa notícia’.” Segundo o relato, Isabel apresentou bradicardia progressiva — queda na frequência cardíaca — que evoluiu para parada cardiorrespiratória. Mesmo diante da perda, Bereza destacou o suporte incondicional da família: “O amor e o cuidado dos que a cercavam trouxeram paz nos últimos momentos. Ela enfrentou críticas durante a jornada, mas nunca ficou sem apoio de quem a amava.”

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