O Manchester City foi considerado culpado pelas 115 acusações de irregularidades financeiras apresentadas pela Premier League. A decisão, tomada por uma Comissão Independente e divulgada nesta terça-feira (29/9), abrange nove temporadas, de 2009/10 a 2017/18, e concluiu que o clube usou acordos comerciais fictícios para mostrar uma situação financeira diferente da real.
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De acordo com a liga, contratos assinados com parceiros comerciais, incluindo empresas ligadas à Abu Dhabi United Group Investment & Development Ltd. (ADUG), dona do clube, permitiram inflar receitas de forma artificial e reduzir despesas. A Comissão afirmou que o esquema movimentou mais de 900 milhões de libras, aproximadamente R$ 6,2 bilhões, fazendo com que os dados financeiros apresentados pelo City parecessem estar dentro dos limites impostos pela Premier League e pela Uefa.
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