André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou o afastamento de Andrei Rodrigues do comando da Polícia Federal. Na decisão, o ministro afirma que foi monitorado pela PF de forma ilegal e sistemática por mais de 30 dias e cita o episódio entre os motivos para a medida.
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O magistrado fez referência a relatórios de inteligência elaborados pela Polícia Federal e utilizados pelo ministro Alexandre de Moraes para atribuir crimes a Mendonça. Segundo ele, os documentos indicam a realização de monitoramento e coleta direcionada de informações sobre sua pessoa.
“Ao menos há mais de 30 dias este relator tem sido monitorado pela Polícia Federal. Trata-se de monitoramento ilícito de Ministro da Suprema Corte do país, o que por si só revela a gravidade da situação”, afirmou Mendonça.
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O ministro também afirmou que o advogado-geral da União, Jorge Messias, foi alvo da mesma prática. Para Mendonça, houve coleta dirigida de informações tanto sobre ele quanto sobre o chefe da Advocacia-Geral da União.
“Se evidencia a efetiva realização de monitoramento e coleta dirigida sobre a pessoa deste Ministro do Supremo Tribunal Federal e sobre a pessoa do Advogado Geral da União”, destacou.


